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Escrito por Eugene Gaon
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Nesta página encontram-se, em ordem alfabética, todos os textos meus pulicados neste site:

 

 - A "morte” do Zuzinho

 - A divagar devagar sempre estou!

 - A dormir mais, mais fico acordado!

 - A festa de aniversário do coronel Vittorio Gogliati

 - A homossexualidade é uma enfermidade?*

 - A lagartixa solitária

 - À mesa de um grande banquete,

 - A morte da boneca de pano

 - A morte de Olinto

 - A noite não conhece pudor - Nox pudore vacat

 - A outro lugar irei, mas só...

 - A pensar sempre estou...

 - A sexualidade humana

 - A solução final!

 - Adeus minh’amada

 - Ah Tempo!

 - Ah! Se eu pudesse ser um heterônimo!

 - Algumas pessoas nascem para brilhar!

 - Aliud est velle, aliud posse*

 - Amanhã, voltarei ao passado...

 - Ao céu voo, ou, vou ao inferno

 - Aos homens e às mulheres...

 - Apanhando pancadas, e recebendo afagos

 - As beatas tecelãs

 - As mãos do meu avô...

 - Às mulheres e aos homens...

 - Às mulheres e aos homens...

 - Atém-te, e tem...

 - Cada pessoa que há...

 - Caí de moda!

 - Casamento

 - Cega democracia a um povo míope

 - Chuva e mais chuva...

 - Com fusos, confusos nossos sentidos...

 - Como o sexo oposto! É lindo!

 - Conversa entre tábuas

 - Crianças e idosos abandonados...

 - Criticar é fácil!

 - Da mihi liberos! * 

 - De mim não tenhas pena, apenas...

 - De si, desci...

 - De um poço não posso...

 - Demoliram o casarão da Rua das Mercês...

 - Depressa, o são...

 - Desnutrido são não há...

 - Discutir gosto causa dissabor...

 - Dispenso elogios, aceito remendos...

 - Do ente humano doente...

 - E continuam a assassinar Bin Laden!

 - É das edazes...

 - E você, conta as estrelas?

 - Ela num vorta mais pra casa.

 - Enfim, nado, pois, finado...

 - Entre os vivos, morto que fui, estou entre poucos...

 - Entre quatro paredes... 

 - Entre todos os entes que há,

 - Entre todos os entes que há,

 - Escrever é perigoso!

 - Esta foto que você vê nesta parede,

 - Estou a ser...

 - Estou perdido...

 - Éstuparador do próximo...

 - Eu escrevo mau?

 - Eu quero ir... 

 - Eu quero ser pelo menos, mais ou menos!

 - Eu quero ser poeta!

 - Eu seria uma paineira, 

 - Eu sou o poeta Vaga-lume!

 - Falso evento, é o vento...

 - Feliz idade

 - Há ponto sem luz e ponto com...

 - Há ponto sem luz e ponto com...

 - Há uma Linda Flor que em outro jardim está...

 - Hoje, acordei com o pé esquerdo

 - Inspirar-ação

 - Lindos olhos seus

 - Lua

 - Meu cão me entedia, entede-me...

 - Meu vidrinho de perfume

 - Meus cães de Gnaisse*

 - Meus saudosos puxões de orelha

 - Morte, fiel amiga que ao nosso lado caminha

 - Não advogar, há de vogar...

 - Não conte as estrelas!

 - Não conte as estrelas!

 - Não queiras gostar de mim...

 - Natura mutari non potest*

 - Nemo potest esse felix sine virtute*

 - No seu pensar...

 - Nossas mãos...

 - Nossos cabelos brancos

 - Nox pudore vacat*

 - O Calvário florido

 - O entregador de flores

 - O Ermitão Berthier

 - O fim justifica os meios - O único erro de Adolf

 - O fim, ao fim imediato...

 - O homem e o mar.

 - O mar escutava-me...

 - O legista e o crítico literário

 - O pé de Tabaco 

 - O rio

 - O rolo de um rolo de papel

 - O Senhor das pedras...

 - O seu afastar a faz estar...

 - O vaso de porcelana

 - Olhos verdes

 - Omelete? Como! Como fazê-la, não sei!...

 - Onde está Iaco?

 - Os olhos de Lucinda - um conto de Natal...

 - Para com o Demônio não “ficar”, sair do Twitter devo!

 - Para dar descrição precisa, precisa-se de discrição!

 - Para edificar, hei de ficar...

 - Passam por tais, quando dos portais da ética se desviam...

 - Pedofilia é uma doença?

 - Perdas dão ao perdão...

 - Poluir, ir são...

 - Por acaso, no acaso você crê?

 - Por mais um Real...

 - Por ser demente, de mente fraca...

 - Primavera

 - Quaisquer coisas...

 - Quanto ao nosso ser,

 - Quasi in procella navis - (Vulgata, Eclesiástico 33.2) *

 - Que as mulheres entrem, entre os homens...

 - Que droga! Não me fale mais sobre drogas...

 - Que é do seu haver por estar a escrever?

 - Que é, pois, a liberdade? O poder de alguém viver como quiser?*

 - Que entre, entre todas vocês...

 - Que eu seja um...

 - Que lindos olhos tem você!

 - Que pena! Não tenho dó...

 - Que tal escolher um abutre?

 - Quebraram a dormência de uma jovem paixão...

 - Queira anotar: a notar a infinitude do Universo...

 - Se eu errar...

 - Se eu errar...

 - Se me julgar demente, de mente sã nada tem...

 - Se meu criado-mudo falasse, mentiria...

 - Se sãos são os meus pensamentos...

 - Se tempo não há, não haverá de vir o Devir...

 - Sem comentários...

 - Sem ti, senti...

 - Semper virescit virtus*

 - Seus doces olhos cor de mel...

 - Só falo àqueles que podem me ouvir... 

 - Subtraíram meu anel de grau!

 - Tenho dó do ente humano doente...

 - Um cofre sem segredo...

 - Um demente de mente sã

 - Um Lápis e uma Borracha... 

 - Um simples tamborete...

 - Uma caixa de enxoval...

 - Uma história de criança há, que há mais de meio século...

 - Uma verdade bem dita, bendita...

 - Vá, e faça tudo para que nos reencontremos!

 - Vaga-lume

 - Vê, ou veja! 

 - Verás: veraz...

 - Você é linda!